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Supermercados podem ficar sem produtos nas prateleiras por conta de greve
Produtos que são distribuídos para todo o estado a partir de Arapiraca também não estão chegando aos estabelecimentos
Supermercados podem ficar sem produtos nas prateleiras por conta de greve

Os proprietários de supermercados de Alagoas já começam a se preocupar com a possibilidade de faltar produtos nas prateleiras, por conta da greve dos caminhoneiros, em protesto contra o alto preço dos combustíveis. No Mercado da Produção, no bairro da Levada, os preços dos alimentos perecíveis já aumentaram.


 

De acordo com o presidente da Associação dos Supermercados de Alagoas, Raimundo Barreto, os primeiros que podem acabar são hortifrutigranjeiros, que são frutas, legumes, verduras, animais como galinha e porco, e ovos, além de frios congelados. Esse tipo de produto tem reabastecimento diário ou semanal, a depender do estabelecimento, mas não está chegando aos supermercados.


"Virá faltar a qualquer momento. Nós já estamos com essa preocupação porque os produtos estão parados nas estradas e a maior parte vem de outros estados. Os supermercados estão trabalhando com o estoque próprio", alerta.


Produtos que são distribuídos para todo o estado a partir de Arapiraca também não estão chegando aos estabelecimentos, segundo Raimundo, por conta da falta de combustíveis para abastecer os caminhões.


Por conta do problema, o presidente da ASA orienta que o consumidor deve se prevenir, mas não confirma se haverá aumento de preço. "Nossa expectativa não é especular sobre aumento de preço. O mercado é livre, diz.


No Mercado da Produção, de acordo com o representante dos feirantes, Edson Messias, quase não há o que vender por conta da paralisação. "O pouco que recebemos foi de caminhoneiros que fizeram rotas clandestinas e chegaram avisando que não voltarão mais enquanto a situação não se normalizar", explicou Messias. "O preço de frutas e verduras está subindo sem controle para quase três vezes mais", acrescentou.


Outros setores


Nas lojas de materiais de construção, a dificuldade em adquirir tijolo, areia e outros produtos vem desde segunda-feira, quando a paralisação começou em nível nacional. Os preços, nesse setor, já começam a subir. 


Nos postos de combustíveis de Maceió e do interior, já há registro de falta de gasolina, álcool e diesel. O preço da gasolina chega a quase R$ 5 em alguns estabelecimentos.


Com:TNH1

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