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Política

08/10/2018 ás 11h43 - atualizada em 08/10/2018 ás 11h50

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Silvanio Rocha/DRT Registro Profissional 1448

Poço das Trincheiras / AL

Rodrigo Cunha é eleito senador com 895 mil votos
A segunda vaga para o plenário ficou com o candidato do MDB, Renan Calheiros, que foi reeleito e assume o cargo pela 4ª vez.
Rodrigo Cunha é eleito senador com 895 mil votos

O deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) foi eleito senador por Alagoas com mais de 895 mil votos, ‘arrematando’ 34% do eleitorado.


A segunda vaga para o plenário ficou com o candidato do MDB, Renan Calheiros, que foi reeleito e assume o cargo pela 4ª vez. Ele teve quase 24% dos votos.


Cunha, da coligação Alagoas com o povo, se apresentou como uma ‘nova proposta’ para o Senador. “Eu quero realizar em Brasília aquilo que todos os dias escuto nas ruas, que o povo não aguenta mais e precisa de alguém que os represente no Senado”, disse várias vezes durante toda a campanha.


O candidato eleito, após saber do resultado, discursou para eleitores e correlegionários em um trio elétrico na frente da sede do seu comitê eleitoral, no bairro da Pajuçara. Emocionado, ele agradeceu a todos que ajudaram na campanha, relembrou a trajetória da sua mãe – a deputada federal Ceci Cunha (PSDB), morta em 1998 – e prometeu: “Pode mandar que eu estou preparado. Este estado terá muito orgulho de tudo o que o senador Rodrigo Cunha ainda vai fazer por Alagoas. Nós vamos fazer deste estado o melhor estado do país”, disse, antes de descer para comemorar com os eleitores e falar com os jornalistas.


O senador Renan Calheiros informou através de sua assessoria que somente irá se pronunciar oficialmente amanhã (08), mas usou sua página oficial no Instagram para agradecer aos eleitores.


O terceiro lugar ficou com o candidato Maurício Quintella (PR), que teve 446 mil votos, com 19%, seguido por Benedito de Lira (PP), com 14%, Flávio Moreno (PSL), com 5%, professor Cícero Albuquerque (PSOL), com 2%.


Os últimos colocados, Osvaldo Maciel (PCB) e Sérgio Cabral (PATRI) não atingiram 1% dos votos, e Flávia Melo (PCO), teve a candidatura indeferida pelo tribunal, por ser considerada inapta, mas como ainda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pôde ser votada nesta eleição. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ela não teve votos.


Com: Déborah Moraes

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